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Santa Casa de Maceió subsidiou o SUS em R$ 17,5 milhões em 2009

A assembléia anual da Irmandade da Santa Casa de Maceió, realizada no Centro de Estudos Professor Lourival de Melo Mota, aprovou por unanimidade as contas de 2009 da instituição. Do total de votantes, apenas um votou em branco e dois anularam o voto.
O provedor Humberto Gomes de Melo se disse satisfeito com o resultado da votação e com os depoimentos apresentados pelos irmãos durante a assembléia. Diferente de anos anteriores, o relatório anual foi enviado para a residência dos membros da Irmandade quinze dias antes da assembléia, o que suscitou elogios dos presentes e facilitou o debate no encontro. (Ver depoimentos abaixo)

Números – A Santa Casa de Maceió cumpriu a sua parte em 2009 ao disponibilizar mais de 60% dos leitos para os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), conforme preconiza a Lei nº 12.101, de 27 de novembro de 2009. Já o SUS não fez a sua parte. Em 2009, a Santa Casa de Maceió precisou subsidiar o Sistema Único de Saúde em mais de R$ 17,5 milhões, quase o dobro dos R$ 10,3 milhões registrados em 2008.
Como nos anos anteriores, a Santa Casa de Maceió precisou lançar mão de receitas, como as de convênios e particulares, para cobrir a diferença. Somados a outras fontes – incluindo o próprio SUS – foi possível cobrir os R$ 109,1 milhões em despesas e ainda obter um superávit superior a R$ 4,2 milhões, o que mostra a saúde financeira da instituição.
Ja á imunidade tributária, garantida por lei, ficou em cerca de R$ 12,1 milhão em 2009, benefício contábil que não cobriu o déficit de R$ 17,5 milhões deixado pelo SUS.
Mais – Para fazer face aos atendimentos clínicos de pacientes do SUS, a Santa Casa de Maceió recebeu em 2009 cerca de R$ 28,2 milhões, enquanto os custos foram bem superiores, na casa dos R$ 45,7 milhões. Resultado: para cada R$ 100,00 de despesas com os pacientes do SUS, a instituição recebeu apenas R$ 61,65.
O quadro é mais gritante quando comparamos a assistência hospitalar: enquanto os 46,4 mil pacientes-dia internados geraram um custo de R$ 23,4 milhões, a instituição recebeu do SUS apenas R$ 9,2 milhões, ou seja, para cada R$ 100,00 de despesas com internações hospitalares, a Santa Casa recebeu do Sistema Único de Saúde apenas R$ 39,23.
O incentivo do Prohosp – instituído pela Secretaria Estadual de Saúde de Alagoas e complementado, em parte, pela Secretaria Municipal de Saúde de Maceió – representou um repasse de R$ 4,9 milhões. Esse aporte contribuiu para minimizar os prejuízos no atendimento ao SUS, mas, ainda assim, o subsídio da Santa Casa de Maceió ao Sistema Único de Saúde foi de R$ 12,1 milhões no ano de 2009, valor que poderia ter sido investido na ampliação da capacidade de atendimento, o que traria benefícios para a população. “Mesmo com as imensas dificuldades enfrentadas em 2009, os resultados que apresentamos são altamente gratificantes, com aumentos significativos em todas as áreas, tanto no que diz respeito à produção dos serviços como em relação aos recursos financeiros”, disse o provedor. “Os números mostram indicadores financeiros que colocam a Santa Casa de Maceió em posição de destaque no ranking das maiores instituições hospitalares do País perante a sociedade alagoana e aos bancos”, finalizou o gestor da Santa Casa de Maceió.

DEPOIMENTOS

José Wanderley Neto
Vice-governador
É digno de reconhecimento o esforço do dr. Humberto Gomes, dos médicos e de todos os colaboradores da Santa Casa de Maceió em promover um atendimento de qualidade à população, principalmente aos mais pobres, num setor que enfrenta tantas dificuldades.

Divaldo Suruagy
Ex-governador
A Santa Casa de Maceió é motivo de orgulho para todos nós alagoanos. É uma instituição transparente, bem administrada e que mostra ser possível atender pelo SUS com qualidade, apesar das dificuldades. Por isso, merece todo apoio dos gestores públicos.

Fernando Tourinho
Desembargador
É visível o grande desenvolvimento da instituição nos últimos anos. Com uma gestão baseada no profissionalismo, a Santa Casa de Maceió tornou-se uma das instituições de maior credibilidade em Alagoas. Merece nosso aplauso e nosso agradecimento.

Pedro Teixeira
Monsenhor
Nunca vi uma entidade tão bem organizada e tão bem controlada como a Santa Casa. O dr. Humberto tem conhecimento e experiência para estar à frente de qualquer instituição. Além de organizado, o provedor é sumamente honesto e sumamente educado.

Fátima Canuto
Presidente Nacional RFCC
É impressionante o crescimento e os investimentos da Santa Casa de Maceió nos últimos anos, dentre eles, o Hospital Nossa Senhora da Guia. Fiquei encantada com o atendimento prestado às gestantes. É um exemplo a ser seguido por outras Santas Casas do País.

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