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Não fumantes tragam mais nicotina que fumantes; crianças são as que mais sofrem

O cigarro continua sendo o maior problema de saúde pública mundial. Mata mais que a Aids, a Malária e a Varíola, juntas. O problema, entretanto, não afeta apenas quem fuma. Os não fumantes – principalmente crianças, cujos pais fumam – são os mais prejudicados.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a chamada fumaça lateral do cigarro, assimilada pelo fumante passivo (ou seja, quem não fuma), tem três vezes mais nicotina e cinqüenta vezes mais substâncias cancerígenas do que a expirada pelos tabagistas. Isso ocorre porque a fumaça entra nos pulmões sem passar por nenhum filtro.
Num recinto onde o fumo é permitido, ao final de oito horas, o não fumante terá consumido nada menos que quatro cigarros, aumentando em até duas vezes sua chance de ter câncer de pulmão.
Segundo a pneumologista da Santa Casa de Maceió, Fátima Alécio, as crianças são as que mais sofrem com o problema. "Como ainda estão formando seu sistema de defesa, elas correm sérios riscos de contrair doenças pulmonares no presente e no futuro".

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