Rotinas simples, como lavar as mãos, reduzem riscos de infecção hospitalar
As infecções hospitalares (modernamente rebatizadas como “Infecções Relacionadas à Assistência em Saúde”) não são, em linhas gerais, sinônimo de erro e negligência. Mas a aplicação das normas de controle de infecção pode reduzir sua ocorrência a um mínimo. Isso diz respeito especialmente aos pacientes graves e àqueles submetidos a procedimentos cirúrgicos, mais suscetíveis a ação dos agentes infecciosos.
"Paramentação adequada, assepsia correta – principalmente das mãos, uso racional de antimicrobianos e indicação apropriada de isolamentos são exemplos de medidas simples que levam a excelentes resultados", diz a gerente de Risco e Infecção Hospitalar, Tereza Tenório.
No Dia Nacional do Controle de Infecção Hospitalar, e num momento em que os noticiários denunciam “surtos” e apregoam o surgimento de novas “superbactérias”, Tereza Tenório lembra que a assistência humanizada contribui para reduzir a ocorrência de infecções e para agilizar a recuperação dos pacientes.




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